ede de transição de cuidados consolida modelo baseado em valor e encerra 2025 com redução de custos hospitalares em até 90% A transição de cuidados vive um ponto de inflexão. Em 2026, o modelo de clínica generalista, voltado apenas à retaguarda hospitalar ou à reabilitação de baixa complexidade, tende a perder espaço. O sistema passa a demandar unidades hiperespecializadas, capazes de absorver pacientes cada vez mais complexos, desospitalizados mais cedo e com alto risco de reinternação. Essa é a leitura de Carlos Costa, CEO da Suntor Clínica de Transição e executivo à frente da Rede Paulo de Tarso. A Suntor projeta 2026 como um ano de consolidação do seu modelo assistencial, com foco em hiperespecialização, ampliação da entrega de soluções para operadoras e hospitais e avanço em mecanismos de pagamento por performance. A rede está inserida em um ecossistema que atua na interface entre saúde suplementar (operadoras privadas) e SUS, mantém relacionamento com mais de 30 operadoras e construiu sua estratégia a partir da convivência prática com os desafios clínicos e econômicos dos dois sistemas. O principal instrumento de mensuração desse modelo é o Índice de Economicidade Assistencial (IEA), indicador desenvolvido com apoio de ferramentas de Inteligência Artificial para calcular o custo evitado quando a internação hospitalar convencional é complementada por cuidados organizados em unidades de transição, com governança clínica e segurança assistencial. Em 2025, a Clínica de Transição Suntor, voltada exclusivamente à saúde suplementar, registrou IEA médio de 61%. Na prática, isso significa que, para cada R$ 100 previstos consumidos ao direcionar o paciente para o nível assistencial adequado, com redução de reinternações, menor tempo de permanência em hospitais agudos e maior previsibilidade f inanceira para operadoras. No atendimento ao SUS, os resultados foram ainda mais expressivos. Na Clínica de Transição Paulo de Tarso, a análise econômica dos atendimentos aponta IEA próximo de 90%, evidenciando o potencial de economia sistêmica quando o cuidado é organizado de forma correta, no local certo e no momento oportuno, sem perda de segurança clínica. Segundo Costa, a competitividade no setor não está associada apenas à expansão de leitos, mas à clareza estratégica sobre onde se gera valor. “O mercado se tornou mais concorrido, o que é natural em um ambiente pressionado por eficiência. Mas a diferenciação passa por saber exatamente qual problema se resolve e onde se gera valor”, afirma. Para o executivo, a lógica da saúde baseada em valor exige uma mudança de eixo. “Saúde baseada em valor começa na alta, não na internação. É nesse ponto que a transição de cuidados deixa de ser discurso e passa a ser uma ferramenta concreta de sustentabilidade do sistema”, diz. O racional econômico é direto: reabilitar custa menos do que reinternar. Suntor Clínica de Transição Instagram:@clinicasuntor Tel: (31) 3183-0714 | WhatsApp: (31) 9 9309-005
SUNTOR PROJETA 2026 MARCADO PELA HIPERESPECIALIZAÇÃO
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